Em todo o mundo, a pressão para avançar em direção a um futuro limpo e livre de carbono está mais forte do que nunca. Hoje, “tornar-se verde” é mais que apenas uma ideia grandiosa — está se tornando a própria base de quantas empresas fazem negócios.

Segundo um artigo de 2022 na CNBC, gigantes corporativos como Microsoft, Intuit e Apple são exemplos daqueles que lideram o compromisso com práticas de negócios ambientalmente sustentáveis. E esses tipos de ações estão sendo adotadas não apenas por grandes corporações, mas também por pequenas empresas.

Os consumidores também estão cada vez mais atentos às suas compras, buscando produtos ou serviços que estejam mais alinhados com sua postura ambiental. No entanto, com embalagens inteligentes e linguagem destinadas a atrair um público ambientalmente consciente, muitas empresas podem enganar os consumidores – seja intencionalmente ou não — fazendo-os pensar que são mais sustentáveis do que realmente são. Digite greenwashing.

Greenwashing: usando um conceito limpo para cobrir um segredo não tão limpo

As palavras importam — especialmente quando essas palavras transmitem uma certa mensagem sobre o que uma empresa representa ou como ela opera. O uso de palavras como “verde”, “eco”, “sustentável”, “natural” ou “consciente” é desenfreado, mas para algumas empresas, não é justificado, e é conhecido como greenwashing.

Especificamente, greenwashing é enganar potenciais consumidores fazendo-os pensar que os produtos ou serviços de uma empresa são ecologicamente corretos, mas sem nenhuma prova real que comprove essas alegações. Greenwashing também pode consistir em inflar a verdade de uma forma que destaque um aspecto ambientalmente amigável de um negócio para encobrir outro aspecto menos ecológico; por exemplo, uma empresa petrolífera que instala painéis solares em seus postos de gasolina[AS2]  gasolina[AS2], mas depois continua a lucrar muito com os combustíveis fósseis.

Aumentando as apostas

Embora o greenwashing esteja em ascensão, as consequências de se engajar nele também estão. Uma pesquisa recente compartilha vários exemplos de casos de litígio relacionados ao greenwashing — bem como os seguintes conselhos específicos:

Felizmente, o greenwashing pode ser evitado. De acordo com a earth.org, existem várias maneiras de se manter do lado certo da promoção de um negócio ecologicamente correto, e isso começa com honestidade. Um passo fundamental é evitar uma linguagem vaga que não pode ser comprovada. Outro é ser transparente sobre áreas do negócio que são sustentáveis e outras que não são. Ou apresentar dados reais para medir a pegada de carbono da empresa e tomar medidas reais para fazer mudanças positivas e, em seguida, compartilhar essas informações publicamente.   

Eversheds Sutherland afirma: “Uma das lições a serem tiradas dos registros recentes é que as empresas devem evitar declarações amplas e abrangentes sobre seus esforços de sustentabilidade e devem evitar propagandas focadas apenas no produto ou serviço final que fornecem. Como todas as alegações de deturpação, a verdade é a melhor defesa. Se uma empresa puder apoiar declarações concretas com esforços concretos de sustentabilidade e dados firmes, melhor será a capacidade de neutralizar e defender as alegações de greenwashing que agora estão inundando o cenário de litígios dos EUA”.

Dizer a verdade é ainda mais encorajado pelo fato de que os consumidores estão se tornando mais conscientes do greenwashing. A informação está em toda parte, e é mais fácil do que nunca confirmar se uma empresa é verdadeiramente ambientalmente sustentável ou não. Além disso, o escândalo causado pelo greenwashing pode deixar uma marca permanente na reputação de uma empresa e, em última análise, em seus resultados.

Passando do greenwashing para um padrão de excelência

Tornar-se um negócio sustentável pode começar pequeno. Um artigo da Inc. fornece algumas dicas úteis para iniciar esse processo, desde a substituição de lâmpadas tradicionais e a eliminação de garrafas plásticas no escritório, até o envolvimento somente com fornecedores verdes confiáveis. A American Express oferece mais insights, como a realização de uma auditoria ambiental, redirecionar ou redesenhar produtos e recompensar o comportamento ambientalmente consciente.

Mas para realmente chegar ao próximo nível de se tornar um negócio sustentável e verde, é necessário que ocorram mudanças de próximo nível. Isso requer um esforço conjunto dos principais líderes de uma empresa e permeia toda a organização, com o objetivo final de gerar mudanças sustentáveis em escala e ter um impacto real sobre os funcionários, os consumidores e o meio ambiente.

Criando uma cultura verde

O primeiro passo para criar um negócio verdadeiramente verde é criar uma cultura verde. Para isso, os líderes devem determinar o que significa ser um negócio ambientalmente consciente, e como isso afeta funcionários, clientes e o planeta como um todo. Essa etapa pode envolver a criação de uma declaração de missão que seja comunicada e mantida de forma significativa para todos os funcionários; uma declaração que inspira e se alinha com os valores fundamentais da empresa. Essencialmente, ela fornece uma base sólida sobre a qual o restante da empresa possa operar a partir de agora.

A chave para esse esforço é engajar o maior ativo da empresa — seus funcionários — e incentivar seu papel na sustentação da nova cultura. Cada vez mais candidatos a emprego estão procurando trabalhar para empresas verdes, por isso, a adoção de uma cultura verde pode não apenas motivar os funcionários existentes, mas também novas contratações.

Dando uma boa olhada no negócio

Uma vez que uma empresa saiba o que está buscando, os líderes podem começar a se aprofundar na avaliação de tudo, desde como a empresa funciona diariamente até a sustentabilidade de seus produtos ou serviços (e especificamente, sua cadeia de suprimentos). Esta etapa será a mais demorada, pois requer aprofundar nos detalhes e examinar todos os procedimentos, políticas, fornecedores e assim por diante. O tamanho da empresa determinará por onde começar, com empresas menores provavelmente começando com “ganhos” fáceis e empresas maiores começando com o panorama geral, como avaliar a quantidade de energia consumida em toda a empresa. Durante esse processo, algumas questões importantes a serem consideradas incluem:

·         Quão eficiente é o edifício (ou edifícios) em que a empresa reside, e pode ser feita melhorias (como a adição de painéis solares)?

·         Toda a cadeia de suprimentos é construída/focada em sustentabilidade? Onde existem lacunas ou ineficiências?

·         Como os materiais do fornecedor são produzidos? Eles estão em conformidade com as normas ambientais?

·         Como os produtos são fabricados e embalados (utilizando materiais recicláveis ou ecologicamente correto em instalações de baixo carbono) ou serviços prestados (via excesso de viagens ou número de veículos na estrada)?

Buscando ajuda

A boa notícia é que uma empresa não precisa assumir esse esforço aparentemente monumental sozinha. Não só há uma ampla orientação disponível, mas há especialistas na área que podem ajudar. O green Business Bureau pode fornecer um bom ponto de partida.  Ou, uma empresa como a Atlas Renewable Energy pode ajudar grandes consumidores de energia limpa a mudar para fontes de energia mais baratas. Focada em operar com os mais altos padrões e aderir às suas próprias metas de desenvolvimento sustentável, a Atlas tem o profundo conhecimento e experiência da vida real para desenvolver contratos personalizados de compra de energia que capacitem os consumidores atingir suas metas de energia limpa. 

Ou se o orçamento for uma preocupação, uma empresa pode desenvolver a missão por conta própria e, em seguida, trabalhar com consultores em atividades específicas, como coletar dados sobre aspectos-chave do negócio que podem ser mais sustentáveis. Além disso, empresas menores podem buscar contratos de compra de energia aplicáveis ou certificados de energia renovável para ajudar a financiar seus esforços.

Incentivando mudanças contínuas e sustentáveis

Na corrida atual para um futuro livre de carbono, boas intenções não são mais suficientes. As palavras devem ser usadas cuidadosamente para dizer a verdade sobre o que é uma empresa, quem ela serve e como ela opera — e, em última instância, qual é o seu impacto ambiental. E esse processo começa com uma análise mais profunda sobre como uma empresa pode fazer melhor, de cima para baixo, em todos os níveis.

Um artigo na Forbes afirma: “Ao investir em boas pessoas, manter-se responsável e se comprometer com uma missão de sustentabilidade por dentro e por fora, as empresas em 2021 podem impulsionar o mundo em direção a um futuro melhor, ao mesmo tempo em que fortalecem suas próprias posições como líderes de mercado nessa barganha”.

Em parceria com a Castleberry Media, estamos comprometidos em cuidar do nosso planeta, portanto, esse conteúdo é responsável pelo meio ambiente.

Muchas empresas que buscan la transición a la energía renovable para ayudar a reducir su huella de carbono y cumplir los objetivos de sostenibilidad, se enfrentan por primera vez a las complejidades de los contratos de compra de energía renovable (PPA). Aunque cada proyecto y cliente son diferentes, hay temas comunes que afectan  la forma de desarrollar y ejecutar un acuerdo. En este artículo, explicamos lo qué hay que tener en cuenta.

Conozca a su contraparte

A medida que las empresas de todo el mundo se fijan objetivos de reducción de emisiones y neutralidad de carbono, los PPA bilaterales con un productor de energía renovable permiten alcanzar estos objetivos de forma transparente y trazable. Encontrar el socio adecuado para desarrollar una solución ágil, de bajo costo y sin preocupaciones, puede dar a su empresa una ventaja competitiva, permitiéndole demostrar verdaderas credenciales ecológicas, a la vez que gestiona los costos y gana  seguridad energética. 

Pero no todas las energías renovables son iguales. Dado que tanto los consumidores como los accionistas se fijan ahora en las credenciales ecológicas de las empresas, vale la pena investigar las afirmaciones que podrá hacer, ya sea demostrando que su fuente de energía renovable ha desplazado a una fuente tradicional, o probando que su energía procede de un productor con una sólida relación con la comunidad y una estrategia de programa social o que su fuente de generación está certificada como ecológica desde su origen.

Es importante tener en cuenta el tipo de asociación que busca. Un PPA es un compromiso de varios años, y no todos los promotores están comprometidos a largo plazo. Para muchas empresas, establecer una relación a largo plazo con su proveedor de energía forma parte de su estrategia más amplia. En el mercado de los PPA, existen dos grandes tipos de promotores: los que son titulares del activo a largo plazo y los que lo venden una vez que alcanza la explotación comercial. Identificar los objetivos del promotor desde el principio es esencial para lograr una alianza a largo plazo.

Otro factor a tener en cuenta es el desempeño del promotor en su mercado. El panorama normativo, inversor e institucional del sector energético varía enormemente de un país a otro. Por lo tanto, es una buena idea encontrar un socio con experiencia comprobada en la estructuración de un PPA corporativo dentro de su jurisdicción, para asegurarse de que pueda cumplir con los compromisos a futuro..

Agrupado o desagrupado

Este año, los precios de la electricidad han alcanzado máximos históricos en muchos países, lo que hace que los PPA (que proporcionan seguridad a largo plazo en sus costos de electricidad) sean una opción aún más atractiva. Si bien, ahora es un momento clave para pensar en cómo un PPA puede protegerlo contra la incertidumbre de los precios energéticos, contar con acuerdos de suministro y precios a largo plazo con los proveedores, es importante tener en cuenta otros beneficios que los PPA pueden aportar.

Los PPA pueden celebrarse sólo por la energía, sólo por los atributos verdes de la energía (que suelen estar representados por instrumentos como los certificados de energía renovable (REC)) o por ambos, en un paquete. La compra de sólo la electricidad proporcionará una cobertura a medio y largo plazo contra la volatilidad de los precios de la electricidad, mientras que un PPA combinado ofrecerá las ventajas adicionales de poder reclamar los beneficios medioambientales de la producción de energía renovable para reducir las emisiones del alcance 2 de la electricidad comprada.  

Vigilar los riesgos económicos:

Para los tesoreros de las empresas, en particular los que manejan las finanzas de las compañías multinacionales, la puesta en marcha de estrategias eficaces de gestión de riesgos para mitigar el impacto de las exposiciones a las divisas es un enfoque perenne. A medida que la inflación sube, los analistas prevén una mayor volatilidad de divisas. Para los grandes consumidores de energía, para los que los costos de electricidad pueden suponer su mayor salida de efectivo, reducir el riesgo de divisas de las compras de energía puede proporcionar una mayor seguridad y protección.

Una forma de conseguirlo es a través de un PPA denominado en una moneda fuerte. Aunque forman parte de una tendencia relativamente incipiente, sobre todo en los mercados emergentes, no están disponibles en todas partes; sin embargo, en Atlas tenemos la capacidad y la experiencia necesarias para estructurar los PPA de energías renovables de forma creativa y optimizada.

Un ejemplo, es el PPA entre Atlas Renewable Energy y la empresa minera global Anglo American. Finalizado en marzo de 2020, es el mayor contrato de compraventa de energía solar de Brasil, con un valor de $183 millones de dólares. El acuerdo, denominado en dólares estadounidenses, permite el suministro de alrededor de 9TWh durante los 15 años de vida del contrato desde la planta Lar do Sol – Casablanca I PV, situada en el estado de Minas Gerais. 

Proyecte su perfil de demanda de electricidad a futuro:

Estamos en medio de una transición energética que sigue evolucionando. Según el informe Global Energy Perspective 2022 de McKinsey, se prevé que el consumo de energía se triplique de aquí a 2050 en medio de una mayor electrificación, mientras que, a nivel corporativo, un informe reciente de KPMG ha revelado que dos tercios de las organizaciones mundiales han acelerado su estrategia de transformación digital, poniendo en línea servicios TIC que consumen mucha energía, desde las redes hasta los servidores, el almacenamiento y las aplicaciones.

En consecuencia, dependiendo del punto en el que se encuentre en su viaje de digitalización, vale la pena hacer un balance de sus propios perfiles de demanda de electricidad y de cómo podrían cambiar a lo largo del plazo de un contrato PPA. Y no sólo hay que tener en cuenta el consumo de energía, hay que trazar el perfil de carga global, incluida la forma y  distribución horaria, es crucial para obtener el PPA más adecuado para su empresa.  

No lo haga solo:

Establecer un PPA puede ser complejo y llevar mucho tiempo, e implica muchas funciones diferentes, desde la dirección de la empresa hasta las operaciones, las finanzas, las compras e incluso el marketing. Es importante identificar los principales riesgos que se quieren gestionar y los beneficios que se quieren obtener. 

Atlas Renewable Energy ha desarrollado modelos innovadores que facilitan la participación de las empresas en los PPA, pero queremos que nuestros compradores corporativos de energía tomen decisiones informadas. Por eso, le aconsejamos que asigne tiempo y recursos, o que designe  asesores externos, para asegurarse de que su estrategia de adquisición de energía renovable sea un éxito. 

Nuestro equipo tiene casi dos décadas de experiencia en la estructuración de PPAs corporativos, desde el concepto hasta la operación. No importa el sector, podemos estructurar una solución que se adapte a las necesidades específicas de cada empresa. 

En alianza con Castleberry Media, nos comprometemos a cuidar nuestro planeta, por eso, este contenido es responsable con el medio ambiente.

La próxima iteración de Internet está tomando forma rápidamente, pero hacerla realidad requerirá de grandes cantidades de energía. Al garantizar que el panorama digital sea viable hacia el futuro, es inminente apostar por las energías renovables, acelerar la transición energética y fijar un marco de bajas emisiones.

Funcionando en redes que utilizan mecanismos de consenso como el blockchain, Web3 es una nueva versión descentralizada de Internet, que pretende dar a los individuos más control sobre sus datos y experiencias.  Mientras tanto, el metaverso es un mundo digital e inmersivo, que permite a los usuarios interactuar digitalmente, ya sea utilizando criptocarteras para realizar compras o lentes de realidad virtual que permiten   explorar un mundo de nuevas experiencias. 

Ambos espacios están ligados al mundo físico, ya que se requiere de energía para sustentarlos y para alimentarlos. 

A pesar de todas las promesas del futuro, los componentes básicos del nuevo paisaje digital son las computadoras y los servidores, y una reciente publicación en el blog de Intel sugiere que nuestra infraestructura informática global tendrá que ser 1,000 veces más potente de lo que es hoy para poder sostenerla con comodidad, lo cuál tiene un alto costo medioambiental. 

En un estudio realizado en 2019, los investigadores de la Universidad de Massachusetts calcularon que el entrenamiento de un gran modelo de aprendizaje profundo, por ejemplo, el que permite a las máquinas trabajar con el lenguaje natural en un entorno virtual, produce 626,000 libras de dióxido de carbono que calientan el planeta, o sea, cinco veces las emisiones de toda la vida de un coche promedio. 

En la Universidad de Lancaster, los investigadores realizaron un escenario para averiguar qué ocurriría si sólo el 30% de los jugadores de computadoras se trasladaran a plataformas virtuales basadas en la nube para 2030, y descubrieron que las emisiones de carbono se dispararían en casi un tercio.

Mientras tanto, las criptomonedas, que apuntalarán las transacciones en el nuevo mundo en línea, se han hecho notorias por su intensidad energética, ya que la Universidad de Cambridge ha descubierto que la minería de criptomonedas puede consumir hasta 121.36 teravatios-hora al año, es decir, más que el consumo energético anual de Argentina o de los Emiratos Árabes Unidos, mientras que el New York Times calcula que el bitcoin consume aproximadamente el 0.5% de toda la energía mundial.

En la combinación energética actual, en la que la mayor parte de la electricidad en todo el mundo sigue procediendo de fuentes no renovables, el enorme aumento del uso de la energía provocado por Web3 supone un desastre para el planeta.

En todo el mundo, el cambio climático irreversible ya está en marcha, desde temperaturas más altas hasta tormentas y sequías más severas. Según el informe del IPCC de 2022, publicado a principios de este año, la humanidad tiene una “ventana de acción cada vez más pequeña”, y si queremos asegurar un futuro habitable, es necesario que los recortes de las emisiones de gases de efecto invernadero se produzcan ya.

El camino verde hacia adelante 

Sin embargo, antes de descartar inmediatamente el metaverso y la Web3 como un desastre medioambiental a punto de ocurrir, merece la pena observar lo que las grandes empresas tecnológicas están haciendo para conciliar sus propios objetivos de sustentabilidad con la creación de un paisaje digital totalmente inmersivo. Amazon Web Services (AWS), que proporciona soluciones de computación en la nube para casi un tercio de todas las aplicaciones web actuales, afirma que alimentará sus operaciones con energía 100% renovable para 2025. Google se ha comprometido a utilizar energía libre de carbono las 24 horas del día en todos sus centros de datos para 2030. Microsoft tiene la intención de ser libre de carbono para 2030, así como de dejar de utilizar el diésel en los generadores de sus centros de datos. Mientras tanto, Meta, que cambió su nombre de Facebook para demostrar cuánto cree en el metaverso, dice que para 2030 alcanzará las emisiones netas cero en sus propias operaciones y en su cadena de valor. 

Además, la energía limpia se utiliza cada vez más para alimentar las actividades de las criptomonedas, ya que un informe del Centro de Finanzas Alternativas de Cambridge ha descubierto que casi el 40% de la minería de prueba de trabajo se alimenta de energías renovables. Esto se debe en parte al hecho de que las energías renovables son ahora más baratas que los combustibles fósiles en la mayoría de los mercados del mundo, mientras que los combustibles fósiles sólo se encarecerán con el tiempo. Otra señal positiva la encontramos en el Cripto Acuerdo Climático, inspirado en el Acuerdo de París. Los firmantes del pacto, impulsado por la industria, se han comprometido a cambiar a fuentes de energía renovables para 2025 y a pasar a ser completamente netos, eliminando por completo las emisiones de gases de efecto invernadero, para 2040.

Esta proliferación de compromisos ya está superando la transición de nuestro mundo hacia las energías renovables, impulsando la demanda de que un mayor porcentaje de la red provenga de recursos limpios. 

Para satisfacer esta demanda, un mundo digital descentralizado necesita fuentes de energía descentralizadas. Las granjas de criptomonedas tendrán que estar ubicadas junto a la generación renovable y la minería cuando haya abundancia de energía. Los centros de datos ya están suscribiendo acuerdos de compra de energía corporativa directa (PPAs por sus siglas en inglés) con proveedores de energía renovable, lo que les permite aumentar su uso real de energía limpia más rápidamente que si sólo dependieran de la red. Las actividades mineras digitales tienen flexibilidad de localización, como ha demostrado la redistribución de su actividad en respuesta a los cambios normativos, esto significa que las actividades mineras digitales pueden perseguir las mejores geografías en términos de energía renovable abundante y competitiva.  

Preparando el camino para un futuro sustentable

Garantizar que el metaverso y la Web3 se alimenten con energía limpia permite que el poder verdaderamente transformador del nuevo mundo en línea surta efecto. Las personas con visión a futuro que se preocupan por el futuro del planeta ya están diseñando nuevas formas radicales para que las personas y las empresas sean más sustentables a través de la nueva tecnología: desde monedas digitales de créditos de carbono que permiten a cualquiera acceder a los mercados de comercio de carbono hasta fichas no fungibles que financian la plantación de suficientes manglares para evitar 20 millones de toneladas de carbono en los próximos 25 años.

Si bien es cierto que, tal y como están las cosas hoy en día, la adopción a gran escala del metaverso y de la Web3 elevaría las emisiones a niveles peligrosos, todos los indicadores apuntan a que las empresas implicadas han optado por combatir estos retos medioambientales. La única opción viable para alimentar el futuro mundo en línea son las energías renovables, y este enorme aumento de la demanda impulsará una enorme adopción de energía limpia, acelerando la transición energética hacia un futuro mejor y más sustentable.

En asociación con Castleberry Media, estamos comprometidos con el cuidado de nuestro planeta, por lo tanto, este contenido es responsable con el medioambiente.

La Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático (COP26), que tuvo lugar en noviembre de 2021, vió a los países participantes presentar objetivos ambiciosos de reducción de emisiones de carbono para el año 2030. Los propósitos fueron presentados de acuerdo con la meta mundial para alcanzar las cero emisiones netas para mediados del siglo XXI.

Para cumplir estos compromisos, los consumidores de energía a nivel empresarial desempeñarán un papel fundamental. Actualmente, el avance hacia centros industriales de cero emisiones netas está en auge. Esto constituye una oportunidad única para las empresas de alinearse con los objetivos del Acuerdo de París, así como para impulsar la adopción de energías renovables.

Desde el clúster aeroespacial de Querétaro, México hasta el clúster automovilístico de Detroit, Michigan, las empresas llevan décadas instalándose en estos ecosistemas dinámicos. Mediante la compartición de recursos, problemas y soluciones; los parques industriales actúan como motores del crecimiento económico, e incrementan las oportunidades de aumentar la eficiencia.

Como consecuencia, a medida que aumenta la urgencia de la lucha contra el cambio climático, estos polígonos industriales conjuntamente ubicados pueden aprovecharse para reducir las emisiones de carbono a cero.

¿Cómo funcionan los clústeres industriales de cero emisiones netas?

Los sectores energéticos e industriales son culpables de hasta dos tercios del CO2 mundial (unas 22 gigatoneladas al año), según el nuevo informe emitido en colaboración con el Foro Económico Mundial.

Si las empresas situadas en éstos clústeres industriales trabajaran en conjunto, se podrían aprovechar al máximo las nuevas tecnologías y procesos limpios. Al mismo tiempo, se podría mantener o aumentar el nivel de productividad, incrementar las credenciales ecológicas de sus productos y mejorar el medio ambiente. De esta manera, las empresas pueden convertirse en parte de la solución, en lugar de ser parte del problema.

En la práctica, su funcionamiento varía mucho según la región y el tipo de industria. Sin embargo, la esencia de éstos clústeres es la misma: en general son un conjunto de instalaciones, plantas e infraestructuras vinculadas y dedicadas a la reducción y eliminación de los gases de efecto invernadero. Esto último se consigue mediante la aplicación de energía limpia y tecnología de control de emisiones.

Gracias a la generación de energía renovable in situ, a las fuentes de carbono cero gestionables compartidas, al almacenamiento y a las microrredes; los clústeres industriales pueden aprovechar las oportunidades que ofrece la energía limpia, no sólo para reducir las emisiones, sino también para que las empresas figurantes cumplan sus propios objetivos de sostenibilidad. Debido a la configuración de los clústeres, si la demanda de energía no puede ser abastecida mediante fuentes renovables in situ, las empresas pueden agrupar la demanda de Power Purchase Agreement (PPA) en su lugar.

Clústeres industriales con cero emisiones netas en la actualidad

Los clústeres industriales con cero emisiones netas son todavía un concepto relativamente nuevo, pero que está ganando terreno a medida que ciudades y países tratan de alcanzar la meta de cero emisiones para 2050, con el menor costo posible para sus ciudadanos y empresas.

Un ejemplo es el Parque Industrial de Suzhóu, situado en Jiangsu (China). Éste es uno de los parques industriales más grandes y modernos del mundo. Con una superficie de 288 km2 y más de 4.000 empresas, este parque ofrece una serie de soluciones energéticas e infraestructuras rentables. Estas incluyen bajas emisiones de carbono y energía limpia, que permiten a las empresas allí ubicadas seguir y mejorar su eficiencia energética y reducir sus emisiones de acuerdo con sus propios objetivos de sostenibilidad.

Mientras tanto, en el Reino Unido, donde el gobierno se ha comprometido a crear cuatro clústeres de bajas emisiones de carbono para 2030 y al menos un clúster de emisiones netas cero para 2040, hay varios ejemplos prometedores:

Uno de ellos es el clúster industrial de Humber, en Yorkshire. Sede de industrias como la de refinado, petroquímicas y manufactureras, es el clúster industrial más intensivo en carbono del país, con 12,4 millones de toneladas emitidas al año. El plan consiste en crear una infraestructura compartida de captura y almacenamiento de carbono junto a la primera central eléctrica de emisiones negativas del mundo, lo que permitirá a las industrias de la región producir productos químicos bajos en carbono. También existe la posibilidad de incorporar la producción de hidrógeno verde, aprovechando el auge del suministro de energía renovable eólica marítima en la región de Humber.

A medida que estos proyectos empiezan a madurar, también aumenta el interés en Estados Unidos y en América Latina. Este interés está apoyado por un estudio reciente del Centro de Política Energética Global de la Universidad de Columbia que identifica las oportunidades de los centros de cero emisiones netas en Houston.

Ponerlo en práctica

Aunque los clústeres industriales de cero emisiones netas son una gran idea en teoría, la práctica no es tan sencilla. La mayoría de las empresas, ciudades y estados no tienen la capacidad de iniciar una transformación de reducción de emisiones desde el principio, y la adaptación de los sistemas heredados de eficiencia energética y de carbono de  cero emisiones implica un alto coste. Además, no todos las grandes emisoras de carbono están ubicadas en clústeres, por lo que la creación de estos parques es apenas una parte del camino.

Sin embargo, creemos que el movimiento de clústeres industriales de cero emisiones netas presenta una oportunidad emocionante para facilitar y promover la adopción de energías renovables, mientras las empresas comienzan a esforzarse por cumplir sus objetivos climáticos. Y para aquellas empresas que aún no tienen la oportunidad de unirse a un clúster, ya hay alternativas disponibles.

Una de las opciones más eficaces para las empresas que quieren cumplir sus objetivos de reducción de emisiones son los certificados de energía renovable (CER). En todo el mundo, aproximadamente el 70% de las empresas con objetivos de cero emisiones ya utilizan los CER como parte de sus estrategias de adquisición de electricidad renovable. El uso de los CER permite a una empresa declarar que utiliza electricidad renovable procedente de una fuente de emisiones de carbono baja o nula, y cómo proporcionan flexibilidad para abastecerse de energía verde en cualquier lugar de un país determinado, incluso las empresas situadas en regiones sin abundantes recursos de energía renovable pueden beneficiarse.

Otra opción es a través de los PPA, que permiten a los consumidores de nivel empresarial la compra de una cierta cantidad de energía renovable de un activo específico bajo un acuerdo de precios predeterminado. Aproximadamente el 45% de las empresas con objetivos de emisiones netas cero firman estos acuerdos como parte de sus estrategias de adquisición de electricidad renovable, y su uso está creciendo a medida que más y más empresas tratan de aprovechar los beneficios de la electricidad renovable para lograr sus objetivos de sostenibilidad.

Sin embargo, los CER y los PPA por sí solos no llevarán a las empresas a la neutralidad de carbono. Las operaciones cotidianas, como el uso del agua, la producción de envases y el uso de equipos no eléctricos, tienen una huella de carbono, por lo que los clústeres industriales de emisiones netas cero son tan atractivos: a través de la infraestructura compartida y la tecnología de captura de carbono, permiten nuevos modelos de negocio que pueden contribuir a prevenir los peores efectos del cambio climático provocados por el hombre.

Sin embargo, hasta que los clústeres industriales de cero emisiones netas se conviertan en una realidad a nivel global, lo mejor para las grandes emisoras es analizar seriamente sus estrategias de uso de energía, y considerar la aplicación de PPAs, CERs y otras herramientas para fijar su rumbo hacia la neutralidad de carbono.


En colaboración con Castleberry Media, estamos comprometidos con el cuidado de nuestro planeta, por lo que este contenido es responsable con el medio ambiente.

En todo el mundo, la presión para avanzar hacia un futuro limpio y sin emisiones de carbono es más fuerte que nunca. Hoy en día, “ser verde” es algo más que una idea pretenciosa: se está convirtiendo en la forma básica de hacer negocios de muchas empresas.

Según un artículo publicado en 2022 en CNBC, varios gigantes empresariales como Microsoft, Intuit y Apple son ejemplos de liderazgo al haberse comprometido con prácticas empresariales  que respetan el medio ambiente. Este tipo de acciones no sólo las adoptan las grandes compañías, sino también las pequeñas empresas.

Los consumidores también se están volviendo más considerados a la hora de comprar, buscando productos o servicios que se ajusten más a su postura medioambiental. Sin embargo, con un envase inteligente y un lenguaje destinado a atraer un público consciente con el medio ambiente, muchas empresas pueden engañar a los consumidores – sea o no su intención – haciéndoles creer que son más sostenibles de lo que realmente son. Así es el “greenwashing”.

Greenwashing: utilizar un concepto limpio para encubrir un secreto no tan limpio

Las palabras son importantes, sobre todo cuando transmiten un determinado mensaje sobre lo que representa una empresa o su forma de actuar. El uso de palabras como “verde”, “eco”, “sostenible”, “natural” o “consciente” está muy extendido, pero para algunos no está justificado y se conoce como greenwashing.

Concretamente, Greenwashing consiste en engañar a los potenciales consumidores haciéndoles creer que los productos o servicios de una empresa son respetuosos con el medio ambiente, pero sin ninguna prueba real que respalde esas afirmaciones. El potencial también puede consistir en exagerar la verdad de manera que se destaque un aspecto ecológico de una empresa para encubrir otro aspecto menos ecológico; por ejemplo, una empresa petrolera que instala paneles solares en sus gasolineras,  pero que luego sigue obteniendo grandes beneficios de los combustibles fósiles.

Subiendo la apuesta

Aunque el Greenwashing está aumentando, también lo hacen las consecuencias de participar en ello. Un estudio reciente nos muestra varios ejemplos de casos de litigio relacionados con el Greenwashing. Este estudio también nos brinda los siguientes consejos:

Por suerte, el Greenwashing puede evitarse. Según earth.org, hay varias formas de mantenerse en el lado positivo en la publicidad de una empresa sostenible, y todo empieza por la honestidad. Un paso clave es evitar un lenguaje demasiado genérico que no se pueda demostrar. Otra manera es ser transparente en lo que respecta a las áreas de la empresa que son sostenibles y las que no. También es importante presentar datos reales que midan la huella de carbono de la empresa, y tomar medidas reales para llevar a cabo cambios positivos, y una vez hecho esto, compartir esa información al público.   

Eversheds Sutherland afirma que “Una de las lecciones que hay que sacar de los expedientes más recientes es que las empresas deben evitar declarar de manera demasiado general sobre sus esfuerzos de sostenibilidad, así como los anuncios que se centren únicamente en el producto o servicio final que proporcionan. Como en todas las demandas por tergiversación, la verdad es la mejor defensa. Si una empresa puede respaldar una declaración concreta con un trabajo de sostenibilidad específico y con datos sólidos, podrá neutralizar y defenderse mejor de las acusaciones de Greenwashing que ahora inundan el panorama de los litigios en Estados Unidos”.

La transparencia es más importante, ya que los consumidores son cada vez más conscientes del Greenwashing. La información necesaria para identificar este fenómeno está en todas partes y es más simple que nunca identificar si una empresa es realmente sostenible. Además, el escándalo provocado por el Greenwashing puede dejar una marca permanente en la reputación de una empresa y, por ende, en sus resultados.

Pasar del Greenwashing al estándar de oro

Convertirse en una empresa sostenible puede empezar por las pequeñas cosas. Un artículo de Inc. ofrece algunos consejos útiles para iniciar este proceso, desde la sustitución de las bombillas tradicionales y la eliminación de las botellas de plástico en la oficina, hasta la contratación exclusiva de proveedores ecológicos de confianza. American Express ofrece más información sobre este tema, por ejemplo, la realización de una auditoría medioambiental, la reutilización o el rediseño de productos y recompensar los comportamientos que respeten el medio ambiente..

Pero para llegar realmente al siguiente nivel de convertirse en una empresa sostenible y ecológica, es necesario que se produzcan cambios a otro nivel. Esto requiere un esfuerzo concentrado por parte de los máximos responsables de la empresa y se extiende hacia abajo y a lo largo de toda la organización, con el objetivo final de generar cambios sostenibles a gran escala y tener un impacto real en el personal, los consumidores y el medio ambiente.

Crear una cultura verde

El primer paso para crear una empresa verde es incorporar estos valores a la cultura de la compañía. Para ello, los dirigentes deben determinar lo qué significa ser una empresa con conciencia ecológica, y cómo esto afecta a los empleados, a los clientes y al planeta en su conjunto. Este paso podría implicar la creación de una declaración de misión que se comunique a todo el personal y que se mantenga vigente; una declaración que inspire y se alinee con los valores fundamentales de la empresa. Esencialmente, proporcionar una base sólida sobre la que operar en el futuro. 

La clave de este esfuerzo es involucrar al mayor activo de la empresa y a sus empleados, y también fomentar su papel en el mantenimiento de la nueva cultura. Cada vez hay más personas que buscan trabajo en empresas verdes, por lo que la adopción de una cultura verde no sólo puede motivar al personal existente, sino también a las nuevas contrataciones.

Analizar a fondo la empresa

Una vez que la empresa sabe a qué aspira, los directivos pueden empezar a evaluar a fondo todo, desde el funcionamiento diario de la empresa hasta la sostenibilidad de sus productos o servicios (y, específicamente, de su cadena de suministro). Este paso es el más largo, ya que requiere profundizar en los detalles y examinar cada procedimiento, política, proveedor, etc. El tamaño de la empresa determinará por dónde empezar, ya que las empresas más pequeñas probablemente empiecen por las “victorias” fáciles y las grandes empiecen por el panorama general, como la evaluación de la cantidad de energía consumida en toda la empresa. Durante este proceso, algunas de las preguntas clave a tener en cuenta son: 

  • ¿Qué tan eficiente es el edificio (o edificios) en el que opera la empresa? ¿Se pueden implementar mejoras (e.j: añadir paneles solares)? 
  • ¿Está toda la cadena de suministro construida/enfocada hacia la sostenibilidad? ¿Dónde hay baches o ineficiencias?
  • ¿Cómo se producen los materiales de los proveedores? ¿Cumplen la normativa medioambiental?  
  • ¿Cómo se fabrican y empaquetan los productos (utilizando materiales reciclables o respetuosos con el medio ambiente en instalaciones con bajas emisiones de carbono) o se prestan los servicios (mediante un número excesivo de viajes o de vehículos en la carretera)?  

Buscar ayuda

La buena noticia es que una empresa no tiene que afrontar este gran esfuerzo sola. No sólo existe una amplia orientación, sino que hay expertos en la materia que pueden ayudar. El Green Business Bureau es un buen punto de partida. Otra opción es trabajar con empresas como Atlas Renewable Energy, que puedan ayudar a los grandes consumidores de energía a cambiarse a fuentes menos costosas. Centrada en operar con los más altos estándares y en adherirse a sus propios objetivos de desarrollo sostenible, Atlas tiene un conocimiento y una experiencia de vida real suficiente para desarrollar acuerdos de compra de energía a medida que permitan a los consumidores cumplir sus objetivos de energía limpia. 

Si el presupuesto es una preocupación, la empresa podría desarrollar la misión por su cuenta y luego trabajar con consultores en actividades específicas, como la recopilación de datos sobre aspectos clave del negocio que puedan ser más sostenibles. Además, las empresas más pequeñas podrían buscar acuerdos de compra de energía aplicables o certificados de energía renovable para ayudar a financiar sus esfuerzos.  

Fomentar un cambio continuo y sostenible

En la carrera por un futuro sostenible, las buenas intenciones ya no son suficientes. Las palabras deben medirse para decir la verdad sobre lo que es la empresa, a quién sirve, cómo opera; y su impacto medioambiental. Este proceso comienza con la adopción de una mirada crítica para evaluar de qué manera se puede mejorar la empresa, en todos los niveles.

Un artículo de Forbes afirma: “Al invertir en buenas personas, rendir cuentas y comprometerse con una misión de sostenibilidad por dentro y por fuera, las empresas de 2021 pueden empujar al mundo hacia un futuro mejor al tiempo que refuerzan sus propias posiciones como líderes del mercado en la negociación”.

En colaboración con Castleberry Media, estamos comprometidos con el cuidado de nuestro planeta, por lo que este contenido es responsable con el medio ambiente.

The next iteration of the internet is fast taking shape but making it a reality will require vast amounts of energy. Ensuring the future digital landscape doesn’t become an environmental nightmare means opting for renewables, accelerating the energy transition, and locking in a lower-emissions framework.

Run on networks that use consensus mechanisms such as blockchain, Web3 is a new decentralized version of the internet, which aims to give individuals more control over their data and experiences.  Meanwhile, the metaverse is a yet-to-be-realized digital and immersive world that enables users to interact digitally, be that using crypto-wallets to make purchases or virtual reality headsets to explore experiences. 

While both are digital, virtual spaces, they’re very much tethered to the physical world – thanks to the energy needed to power them. 

Despite all of its futuristic promise, the basic building blocks of the new digital landscape are computers and servers, and a recent blog post from Intel suggests that our global computing infrastructure will need to be 1,000 times more powerful than it is today in order to comfortably sustain it. This comes at a heavy environmental cost. 

In a study carried out in 2019, University of Massachusetts researchers calculated that training one large deep-learning model – for example, one that allows machines to work with natural language in a virtual environment – produces 626,000 lbs of planet-warming carbon dioxide or five times the lifetime emissions of an average car. 

At the University of Lancaster, researchers ran a scenario to find out what would happen if just 30% of computer gamers moved to virtual cloud-based platforms by 2030, and found that carbon emissions would jump by almost a third.

Meanwhile, cryptocurrencies, which will underpin transactions in the new online world, have become notorious for their energy intensiveness, with the University of Cambridge finding that crypto mining can consume as much as 121.36 terawatt-hours a year, or more than the annual energy consumption of Argentina or the United Arab Emirates, while the New York Times calculates that bitcoin consumes roughly 0.5% of all energy worldwide.

In today’s energy mix, where the majority of electricity worldwide still comes from non-renewable sources, the huge increase in power use brought about by Web3 spells disaster for the planet.

Around the world, irreversible climate change is already underway, from hotter temperatures to more severe storms and droughts. According to the 2022 IPCC report, released earlier this year, humanity has a “narrowing window for action”, and if we are to secure a livable future, deep cuts in greenhouse gas emissions need to happen now.

The green way forward 

However, before immediately writing off the metaverse and Web3 as an environmental disaster waiting to happen, it’s worth noting what Big Tech is doing to reconcile its own sustainability goals with the creation of a fully immersive digital landscape. Amazon Web Services (AWS), which provides cloud computing solutions for nearly a third of all web applications today, says it will power its operations with 100% renewable energy by 2025. Google has pledged to use 24/7 carbon-free energy in all its datacenters by 2030. Microsoft intends to be carbon negative by 2030, as well as halting the use of diesel in its datacenter generators. Meanwhile, Meta – which changed its name from Facebook to demonstrate just how much it believes in the metaverse – says that by 2030, it will reach net-zero emissions across its own operations and its value chain. 

What’s more, clean energy is increasingly being used to power cryptocurrency activities, with a report from the Cambridge Centre for Alternative Finance finding that nearly 40% of proof-of-work mining is powered by renewables. This is thanks in part to the fact that renewable energy is now cheaper than fossil fuels in most markets around the world, while fossil fuels are only set to become more expensive over time. Another positive sign can be found in the Crypto Climate Accord, inspired by the Paris Agreement. The industry-driven pact’s signatories have vowed to switch to renewable energy sources by 2025 and go completely net-zero, eliminating greenhouse gas emissions altogether, by 2040.

This proliferation of commitments is already outpacing our world’s transition to renewable energy, driving up demand for a greater percentage of the grid to come from clean resources. 

To meet this demand, a decentralized digital world needs decentralized energy sources. Crypto farms will need to be co-located with renewable generation and mining when there is an abundance of energy. Data centers are already entering into direct corporate power purchase agreements (PPAs) with renewable energy suppliers, enabling them to increase their actual use of clean power faster than if they relied upon the grid alone. Digital mining activities have locational flexibility, as has been shown by redeployment of its activity in response to regulatory changes, this means that digital mining activities can pursue the best geographies in terms of abundant and competitive renewable energy.  

Paving the way for a sustainable future

Ensuring that the metaverse and Web3 are powered by clean energy enables the truly transformative power of the new online world to take effect. Forward-thinking individuals who care about the future of the planet are already designing radical new ways for people and companies to be more sustainable via the new tech – from digital carbon credit coins to allow anyone to access carbon trading markets to non-fungible tokens that fund the planting of enough mangroves to sequester 20 million tons of carbon over the next 25 years.

While it’s true that – as things stand today – wide-scale adoption of the metaverse and Web3 would drive emissions up to dangerous levels, all indicators point to the companies involved choosing to combat these environmental challenges. The only viable option to power the future online world is renewables, and this huge surge in demand will drive enormous adoption of clean power, accelerating the energy transition for a better, more sustainable future.

In partnership with Castleberry Media, we are committed to taking care of our planet, therefore, this content is responsible with the environment.

Many companies looking to transition to renewable energy to help reduce their carbon footprint and meet sustainability goals are navigating the complexities of renewable power purchase agreements (PPAs) for the first time. While every project and client is different, there are common themes that affect how an agreement is developed and executed. In this article, we explain what to consider before going ahead.

Know your counterparty

As companies around the world set emissions reductions and carbon-neutral goals, bilateral PPAs with a renewable energy producer mean these objectives can be achieved in a transparent, traceable way. Finding the right partner to develop an agile, low-cost, and care-free solution can give your company a competitive advantage, enabling you to demonstrate real green credentials while managing costs and gaining energy security. 

But not all renewables are created equal. With consumers and shareholders alike now taking a closer look at companies’ green credentials, it’s worth investigating the claims you’ll be able to make – whether that’s demonstrating that your renewable energy source has displaced a traditional source, or proving that your energy comes from a producer with a sound community relationship and social program strategy or that its generation source is certified green from origin.

It’s also important to take into account the kind of partnership you’re looking for. A PPA is a multi-year commitment, and not all developers are in it for the long haul. For many companies, building a long-term relationship with their energy provider forms part of their wider strategy. Within the PPA market, there exist two broad types of developers: those who are the long-term holders of the asset, and those who sell the asset once it reaches commercial operation. Identifying the objectives of the developer from the outset is essential to achieving long-term alignment.

Another factor to bear in mind is the developer’s performance within your market. The regulatory, investment and institutional landscape for the energy sector varies enormously from country to country. As such, it’s a good idea to find a partner with proven experience in structuring a corporate PPA within your jurisdiction, to ensure they can perform against their future commitments to you.

Bundled or unbundled

This year has seen electricity prices reach all-time record highs in many countries, making PPAs – which provide long-term certainty in your electricity costs – an even more attractive option. While now is a key time to think about how a PPA can protect you against energy price uncertainty by locking in long-term supply deals and pricing with suppliers, it’s important to bear in mind the other benefits that PPAs can bring.

PPAs can be undertaken for power only, the green attributes of the power only – usually represented by instruments such as renewable energy certificates (RECs) – or for both together, in a bundle. Purchasing just the electricity will provide a medium to long-term hedge against electricity price volatility, while a bundled PPA will give the additional benefits of being able to claim the environmental benefits of renewable energy production in order to reduce Scope 2 emissions from purchased electricity.  

Keep an eye on currency risks:

For corporate treasurers, particularly those handling the finances of multinational companies, putting in place effective risk management strategies to mitigate the impact of currency exposures is a perennial focus. As inflation heats up, analysts are predicting greater FX volatility ahead. For large energy users, for whom electricity costs can account for their largest outflow of cash, reducing currency risk from energy purchases can provide greater certainty and protection.

One way of achieving this is through hard-currency denominated PPAs. Part of a relatively nascent trend, particularly in emerging markets, they’re not available everywhere, however at Atlas, we have the skills and experience to structure renewable PPAs in creative and advantageous ways.

One example is the PPA between Atlas Renewable Energy and global mining company Anglo American. Finalized in March 2020, it was Brazil’s largest solar energy purchase and sale contract of its time, with a value of US$183mn. The agreement, denominated in US dollars, allowed for the supply of around 9TWh during the 15-year life of the contract from the Lar do Sol – Casablanca I PV plant, located in the State of Minas Gerais. 

Look to your future electricity demand profile:

We’re in the midst of an energy transition that continues to evolve. According to McKinsey’s Global Energy Perspective 2022, power consumption is projected to triple by 2050 amid increased electrification, while at the corporate level, a recent report by KPMG found that two-thirds of global organizations have accelerated their digital transformation strategy, bringing online power-hungry ICT services, from networks to servers, storage, and applications.

As a result, depending on where you are on your internal digitization journey, it’s worth taking stock of your own electricity demand profiles and how they might change over the term of a PPA contract. And it isn’t only energy consumption that needs to be taken into account. Mapping out the overall load profile, including shape and time distribution, is crucial to obtaining the most appropriate PPA for your company.  

Don’t go it alone:

Setting up a PPA can be complex and time-consuming, and involves many different functions, from the C-suite through to operations, finance, procurement, and even marketing. It’s important to pinpoint the key risks you want to manage, and the benefits you’re looking to attain. 

Atlas Renewable Energy has developed innovative models that make it easier for companies to engage in PPAs, but we want our corporate energy buyers to make informed decisions. That’s why we advise you to allocate time and resources – or appoint external advisers – to ensure that your renewable energy procurement strategy is a success. 

Our team has almost two decades of experience in structuring corporate PPAs, from concept to operation. No matter the industry, we can structure a solution to suit each company’s specific needs. 

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In the wake of the 2021 United Nations Climate Change Conference (COP26), held in November, countries have come forward with ambitious 2030 emissions reduction targets that align with reaching net zero by the middle of the century.

To deliver on these commitments, large corporate energy users will play a key role. Today, a growing movement toward net-zero industrial hubs provides a unique opportunity for corporations around the world to align themselves with the Paris Agreement goals – as well as increase the adoption of renewable energy.

From the aerospace cluster in Queretaro, Mexico to the automotive cluster in Detroit, Michigan, companies have been co-locating in dynamic ecosystems for decades. Sharing resources, problems, and solutions, industrial parks act as economic growth engines while boosting opportunities for increased efficiencies.

Now, as the fight against climate change becomes more urgent, these co-located industrial parks can be leveraged in a new way: to cut emissions down to zero.

How do net-zero industrial clusters work?

The energy and industrial sectors are responsible for as much as two-thirds of the world’s CO2 (around 22 gigatons per annum), according to a new report by Accenture in collaboration with the World Economic Forum.

If companies located within clusters can work together to make the most of new clean technologies and processes, and at the same time maintain or increase productivity, increase the green credentials of their products, and enhance the environment, they can become part of the solution – instead of part of the problem.

What this looks like in practice varies dramatically, depending on the region and type of industry.

At their heart, though, net-zero industrial clusters are a set of facilities, plants, and linked infrastructure dedicated to the reduction and elimination of greenhouse gases through the application of clean energy and emissions control technology.

Through on-site renewables generation, shared dispatchable zero-carbon sources, storage, and microgrids, industrial clusters can tap into the opportunities presented by clean energy to not only reduce emissions but also enable companies located at the sites to meet their own internal sustainability targets. And because of the cluster set-up, if energy demand cannot feasibly be supplied by on-site renewables, companies can pool demand for renewable power purchase agreements (PPAs) instead.

Net-zero industrial clusters today

Net-zero industrial clusters are still a relatively new concept, but one which is gaining ground as cities and nations seek to reach net-zero carbon by 2050 or sooner, at the lowest possible cost to their citizens and businesses.

One such example is the Suzhou Industrial Park. Situated in Jiangsu, China, it is one of the largest and most modern industrial parks in the world. Spread over an area of 288 km2 and home to over 4,000 businesses, the industrial park offers a range of cost-effective, low carbon, and net-zero energy and infrastructure solutions that allow companies located there to track and improve their energy efficiency and emissions in line with their own sustainability goals.

Meanwhile, in the UK, where the government has made a commitment to deliver four low-carbon clusters by 2030 and at least one fully net-zero cluster by 2040, there are numerous promising examples.

One is the Humber industrial cluster, in Yorkshire. Home to industries such as refining, petrochemicals, and manufacturing, this is the country’s most carbon-intensive industrial cluster in the country, emitting 12.4 million tons a year. The plan is to create a shared carbon capture and storage infrastructure alongside the world’s first negative emissions power station, which will enable industries in the region to produce low carbon chemicals. There is also the potential to incorporate green hydrogen production, making use of increasing supplies of renewable energy from offshore wind in the Humber region.

As these projects begin to mature, interest is growing in the US and Latin America, too, with a recent study by the Center for Global Energy Policy at Columbia University identifying opportunities for net-zero hubs in Houston.

Putting it into practice

While net-zero industrial clusters are a great idea in theory, in practice they’re less simple to implement. Most businesses, cities, and states don’t have the ability to start a net-zero transformation from a clean slate, and retrofitting legacy systems for energy efficiency and net-zero carbon involves significant costs. What’s more, not all large carbon emitters are located in clusters, so creating net-zero industrial parks only goes part of the way toward solving the issues.

However, we believe that the net-zero industrial cluster movement presents an exciting opportunity to facilitate and promote the adoption of renewable energy, as companies work hard to meet their climate goals. And for those companies that don’t yet have the opportunity to join a cluster, alternatives are already available.

One of the most effective alternatives for companies seeking to meet emissions reduction objectives is Renewable Energy Certificates (RECs). Around the world, approximately 70% of companies with net-zero targets already utilize RECs as part of their renewable electricity procurement strategies. The use of RECs enables a company to state that it uses renewable electricity from a low or zero-emissions source, and because they provide flexibility in sourcing green power from anywhere in a given country, even companies located in regions without abundant renewable energy resources can benefit.

Another option is through PPAs, which allow corporate consumers to purchase a certain amount of renewable energy from a specific asset under a predetermined pricing arrangement. Approximately 45% of companies with net-zero targets sign these agreements as part of their renewable electricity procurement strategies, and their use is growing as more and more companies seek to tap into the benefits of renewable electricity to achieve their sustainability goals.

However, RECs and PPAs alone will not get companies to carbon neutrality. Daily operations like water use, packaging production, and the use of non-electric equipment all have a carbon footprint, which is why net-zero industrial clusters are so compelling: through shared infrastructure and carbon capture technology, they enable new business models that can contribute to preventing the worst effects of man-made climate change.

For the time being, however, until net-zero industrial clusters become a widespread global reality, the next best thing for large emitters is to take a serious look at their energy use strategies and consider implementing PPAs, RECs, and other tools to set their course for the path to net-zero.

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Se prevé que para el 2050, la población mundial aumente en casi un tercio, es decir, 2,000 millones de personas más. Dado que la cadena de producción de alimentos es una de las que más contribuye al calentamiento global, alimentar al mundo sin abrumar al planeta se ha convertido en algo urgente. Hoy en día, a medida que un número creciente de empresas y países asumen el reto del cambio climático, y los consumidores empiezan a exigir productos sustentables, la industria alimentaria está cambiando… rápidamente. 

Muchas marcas están trabajando en la salud y el bienestar, creando productos más saludables con el abastecimiento sustentable de materias primas. Mientras tanto, la atención a los derechos humanos y laborales en la cadena de suministro ha hecho que las empresas se unan a iniciativas como el Comercio Justo para garantizar que quienes trabajan para producir los alimentos que comemos lo hagan en condiciones seguras y reciban un salario justo. Reducir el uso de agua y el impacto de los residuos también se ha convertido en una prioridad importante, y muchas empresas están sacando al mercado productos con envases reciclables, por ejemplo.

Pero si no se aborda el gran problema del uso de la energía y las emisiones, ninguno de estos esfuerzos tendrá un impacto significativo en el futuro de nuestro planeta.  

Desde la producción de cultivos, la silvicultura y los productos cárnicos y pesqueros hasta el almacenamiento y la transformación de los alimentos, el transporte y la distribución y la preparación de estos, la cadena de valor agroalimentaria consume hoy el 30% de la energía disponible en el mundo y es responsable de hasta una quinta parte de todas las emisiones mundiales de gases de efecto invernadero (GEI). A medida que la población crece y las necesidades alimentarias aumentan, hay que encontrar una solución que reduzca el uso de combustibles fósiles sin dejar de alcanzar los objetivos de productividad alimentaria.

Afortunadamente, las empresas líderes del sector, desde los minoristas hasta los procesadores agroalimentarios, están tomando medidas para conseguirlo, como optando por fuentes de energía renovables.

Desde el compromiso del minorista Walmart de obtener el 100% de su electricidad a partir de fuentes renovables para 2035, hasta el trabajo del productor mundial de confitería Mars, que ya ha convertido varias de sus operaciones en energía 100% renovable, y el compromiso del productor de frutas y verduras Dole de lograr cero envases de plástico de origen fósil para 2025 y cero emisiones netas de carbono en todas sus operaciones para 2030, las empresas de toda la cadena de valor alimentaria se están tomando en serio sus responsabilidades.

Pero no sólo los grandes nombres conocidos pueden marcar la diferencia. En los últimos años, los consumidores de todo el mundo son cada vez más conscientes del impacto medioambiental de las marcas que compran y esto incluye a las empresas de alimentación y bebidas. Según la Harvard Business Review “los productos que tenían una declaración de sustentabilidad en el envase representaron el 16.6% del mercado en 2018, frente al 14.3% en 2013, y aportaron casi $114 billones en ventas”. Y lo que es más importante, los productos comercializados como sustentables crecieron 5.6  veces más rápido que los que no lo eran.” El estudio añade que los consumidores están ahora “comprando activamente más productos respetuosos con el medio ambiente”, y algunos están incluso dispuestos a pagar una prima por productos de alimentación y bebidas que siguen prácticas empresariales sustentables. Además, las prácticas medioambientales de la industria alimentaria están bajo constante vigilancia de los gobiernos y las ONGs, debido a su gran impacto ante el cambio climático.

Abordar su huella de carbono, junto con otros objetivos relacionados con los SDGs, es vital para las empresas de todos los tamaños que quieran mantener su cuota de mercado y contribuir a un futuro sustentable.

La oportunidad de las energías renovables 

En los últimos años, los acuerdos de compra de energía solar (PPA) en los sectores comercial e industrial han contribuido enormemente al crecimiento de las energías renovables. El año pasado, las empresas compraron un récord de 23.7GW de energía limpia mediante acuerdos a largo plazo, a pesar de la devastación causada por la pandemia de Covid-19 y la recesión mundial.

Para las empresas del sector alimentario, los PPAs solares son especialmente útiles, ya que la demanda de energía de calefacción y refrigeración de los procesos, el bombeo y la ventilación de las instalaciones y la iluminación es mayor durante las horas de luz, incluso en instalaciones que funcionan las 24 horas del día.

Aunque el sector también ha recurrido a otras fuentes de energía renovables, como la conversión de la biomasa en energía, éstas no están exentas de emisiones. Transformar los residuos orgánicos en biocombustible no sólo es un proceso caro y complejo, sino que además produce gases de efecto invernadero por la combustión, por lo que, aunque la energía de la biomasa sea una fuente renovable, no resuelve el problema de las emisiones.

Al firmar un PPA solar corporativo, una empresa alimentaria puede reducir los gastos de energía y las emisiones de gases de efecto invernadero simultáneamente, sin afectar al flujo de caja mensual. 

Por supuesto, las empresas del sector también pueden adquirir sus propios sistemas de energía solar pero esto requiere un capital que podría utilizarse para invertir en la ampliación de la capacidad de producción, la innovación de nuevos productos o la entrada en nuevos mercados. Con un PPA solar, las empresas alimentarias pueden utilizar el capital ahorrado para mejorar la sustentabilidad en otros ámbitos de su negocio, desde el aumento de la eficiencia energética hasta la mejora de los equipos.

Con un PPA corporativo las empresas también pueden acceder a otro tipo de ahorros que no son evidentes por adelantado. Cuando las empresas de producción de alimentos obtienen su energía de la red, están sujetas a los aumentos de las tarifas de las empresas energéticas, y con los precios de la energía al por mayor alcanzando máximos de varios años en varios mercados, muchas están sintiendo ese aumento. Un PPA establece claramente el precio de la electricidad durante la duración del contrato, asegurando la seguridad en un momento en que las empresas se enfrentan a la extrema volatilidad del mercado.

Los PPA solares no sólo ofrecen una reducción de los gastos energéticos, sino que brindan a las empresas alimentarias la oportunidad de ser más responsables desde el punto de vista medioambiental, al tiempo que afrontan el reto de alimentar a 2,000 millones de personas más en los próximos años. 

Sin un cambio a la energía renovable, no hay forma sustentable de que las empresas del sector de la producción de alimentos mantengan el ritmo de la creciente demanda. Alimentar al mundo sin destruir el planeta en el proceso es una de las cuestiones más importantes de nuestro tiempo, y las empresas del sector deben actuar ahora, tanto para hacer más sustentables sus operaciones internas como para exigir que los proveedores a los que compran también lo hagan.

Cómo puede ayudar Atlas Renewable Energy

Atlas Renewable Energy fue concebido con la sustentabilidad en su núcleo. Desarrolla, construye, financia y explota proyectos de energía limpia en todo el continente americano que permiten a las empresas alimentar sus operaciones de forma sustentable.

Con una sólida experiencia en la gestión de acuerdos de compra de energía renovable (PPA) a largo plazo y certificados de energía renovable (RECs), Atlas ayuda a  los grandes consumidores de energía de todos los sectores a cambiar a la energía verde y a gestionar su transición hacia las emisiones netas cero. 

Para conocer más sobre el enfoque de Atlas Renewable Energy y cómo puede ayudar a su empresa a cumplir sus objetivos de sustentabilidad, póngase en contacto con nosotros en contacto@atlasren.com.

En colaboración con Castleberry Media estamos comprometidos con el cuidado de nuestro planeta, por lo que este contenido es responsable con el medio ambiente.

Worldwide, the pressure to move toward a clean, carbon-free future is stronger than ever. Today, “going green” is more than just a lofty idea—it’s becoming the very basis of how many companies do business.

According to a 2022 article in CNBC, corporate giants like Microsoft, Intuit, and Apple are examples of those leading the charge by committing to environmentally sustainable business practices. And those types of actions are being adopted not just by big corporations, but small businesses as well.

Consumers are also becoming more thoughtful about their purchases, seeking products or services that align more with their environmental stance. Yet, with clever packaging and language intended to appeal to an environmentally conscious audience, many companies may mislead consumers—whether intentional or not—into thinking they are more sustainable than they really are. Enter greenwashing.

Greenwashing: using a clean concept to cover a not-so-clean secret

Words matter—especially when those words convey a certain message about what a company stands for or how it operates. The use of words like “green,” “eco,” “sustainable,” “natural,” or “conscious” is rampant, but for some it’s not warranted, and is known as greenwashing.

Specifically, greenwashing is deceiving potential consumers into thinking a company’s products or services are environmentally friendly, but with no real proof to back those claims. Greenwashing can also include inflating the truth in a way that highlights one environmentally friendly aspect of a business to cover up for another, less eco-friendly aspect; for example, an oil company who installs solar panels on its gas stations[AS2]  but then continues to profit heavily from fossil fuels.

Raising the stakes

Although greenwashing is on the rise, so are the consequences of engaging in it. A recent survey shares several examples of litigation cases related to greenwashing—as well as the following specific advice:

Luckily, greenwashing can be avoided. According to earth.org, there are a number of ways to stay on the right side of promoting an environmentally friendly business, and it starts with honesty. One key step is avoiding vague language that cannot be proven. Another is being transparent about areas of the business that are sustainable and others that are not. Or presenting real data to measure the company’s carbon footprint and taking real action to make positive changes, and then sharing that information publicly.   

Eversheds Sutherland states, “One of the lessons to be taken from recent filings is that companies should avoid wide sweeping, broad statements about their sustainability efforts and should avoid advertisements focused solely on the end-product or service they provide. Like all claims for misrepresentation, the truth is the best defense. If a company can support concrete statements with concrete sustainability efforts and firm data, the better able they are to neutralize and defend the greenwashing claims that are now flooding the US litigation landscape.”

Telling the truth is further encouraged by the fact that consumers are becoming wise to greenwashing. Information is everywhere, and it’s easier than ever to confirm if a company is truly environmentally sustainable or not. Furthermore, the scandal caused by greenwashing can leave a permanent mark on a company’s reputation, and ultimately, their bottom line. 

Moving from green washing to the gold standard

Becoming a sustainable business can start small. An article by Inc. provides some helpful tips to begin this process, from replacing traditional light bulbs and eliminating plastic bottles in the office to engaging only with trusted green vendors. American Express offers further insight, such as conducting an environmental audit, repurposing or redesigning products, and rewarding environmentally conscious behavior.

But to truly get to the next level of becoming a sustainable, green business, next-level changes need to occur. It requires a concerted effort by a company’s top leaders and permeates down and throughout the organization, with the ultimate goal of generating sustainable changes at scale and having a real impact on staff, consumers, and the environment.

Creating a green culture

The first step in creating a truly green business is to create a green culture. To accomplish this, leaders must determine what it means to be an environmentally conscious business, and how that affects employees, customers, and the planet as a whole. This step might involve creating a mission statement that is communicated and upheld in a significant way to all staff; a statement that inspires and aligns with the company’s core values. Essentially, it provides a solid foundation on which the rest of the business can operate from going forward.

Key to this effort is engaging the company’s greatest asset—its employees—and encouraging their role in sustaining the new culture. More and more job seekers are looking to work for green companies, so adopting a green culture can not only motivate existing staff but new hires as well.

Taking a hard look at the business

Once a company knows what it is striving for, leaders can begin to dig deep into assessing everything from how the business runs on a daily basis to the sustainability of its products or services (and specifically, its supply chain). This step will likely take the longest, as it requires delving into the details and looking at every procedure, policy, vendor, and so on. Company size will determine where to begin, with smaller businesses likely starting with easy “wins” and larger companies starting with the big picture, such as assessing the amount of energy consumed across the business. During this process, some key questions to consider include: 

  • How efficient is the building (or buildings) the company resides in, and can improvements be made (such as adding solar panels)? 
  • Is the entire supply chain built/focused on sustainability? Where are there gaps or inefficiencies?
  • How are vendor materials produced? Do they comply with environmental regulations?  
  • How are products manufactured and packaged (using recyclable or eco-conscious materials in low-carbon facilities) or services delivered (via excessive traveling or number of vehicles on the road)?  

Seeking help

The good news is that a company doesn’t have to take on this seemingly monumental effort alone. Not only is there extensive guidance available, but there are experts in the field who can help. The Green Business Bureau can provide a good starting point. Or, a company like Atlas Renewable Energy can help large consumers of clean energy shift to less-expensive sources of energy. Focused on operating with the highest of standards and adhering to its own sustainable development goals, Atlas has the deep knowledge and real-life experience to develop custom-made power purchase agreements that empower consumers to realize their clean energy goals. 

Or if budget is a concern, a company could develop the mission on their own and then work with consultants on specific activities, like gathering data on key aspects of the business that can be more sustainable. Furthermore, smaller companies might seek out applicable power purchase agreements or renewable energy certificates to help finance their efforts.  

Encouraging ongoing, sustainable change

In the current race to a carbon-free future, good intentions are no longer enough. Words must be used thoughtfully to tell the truth of what a business is, who it serves, and how it operates—and ultimately, what its environmental impact is. And that process begins with taking a deeper look at how a business can do better, from top to bottom, at every level.

An article in Forbes states, “By investing in good people, staying accountable and committing to a mission of sustainability inside and out, businesses in 2021 can push the world toward a better future while strengthening their own positions as market leaders in the bargain.”

In partnership with Castleberry Media, we are committed to taking care of our planet, therefore, this content is responsible with the environment.